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Recado #26

(...)
One doesn't need a lot to be able to live. The great thing is to be free in your work. Of course it's important to print or exhibit, but if that's not possible you still are left with the most imprtant thing of all -- being able to work without asking anybody's permission.
(...)
If a writer, despite  his natural gifts, gives up writing because no one will publish him, then he is no writer. The artist is distinguished by his urge to create, which by very definition is a concomitant of talent.


Andrey Tarkovsky, in Time Within Time THE DIARIES 1970-1986



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André Kertész , 1969 (fonte aqui)

Eu não durmo

(fonte aqui) Eu não durmo, respiro apenas como a raiz sombria  dos astros: raia a laceração sangrenta,   estancada entre o sexo   e a garganta. Eu nunca   durmo,   com a ferida do meu próprio sono.   Às vezes movo as mãos para suster a luz que salta   da boca. Ou a veia negra que irrompe dessa estrela   selvagem implantada   no meio da carne, como no fundo da noite   o buraco forte   do sangue. A veia que me corta de ponta a ponta,   que arrasta todo o escuro do mundo   para a cabeça. Às vezes mexo os dedos como se as unhas   se alumiassem. (...) Nunca sei onde é a noite: uma sala como uma pálpebra negra separa a barragem da luz que suporta a terra. (...) Herberto Helder , Walpurgisnacht