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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta livros

My kind of tv

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Want

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Da beleza #50

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Das boas companhias

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Dos livros

Día del libro, Barcelona  (Book Day, Barcelona) by Gabriel Casas , 1932  Collection: Arxiu Nacional de Catalunya (fonte aqui) Como eu te entendo, miúdo...

Da beleza #18

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Do amor pelos livros

(fonte aqui) I could never have dreamt that there were such goings-on in the world between the covers of books,  such sandstorms and ice blasts of words,,,  such staggering peace, such enormous laughter,  such and so many blinding bright lights,, , splashing all over the pages in a million bits and pieces all of which were words, words, words, and each of which were alive forever in its own delight and glory and oddity and light. Dylan Thomas

As minhas festas felizes

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Na gaveta da escrivaninha

Uma luz dourada delineava a porta entreaberta quando eu a empurrei devagar, forçosamente devagar, porque permanecia empenada o ano inteiro. Apesar disso, não se ouviu qualquer barulho. A janela alta estava tapada com o cortinado mas deixava entrar alguma da luz do candeeiro da rua, só para, logo ao entrar , se dissolver na luz do candee iro da mesa. Era uma mesa antiga, de uma madeira que eu não sabia nomear, mas que parecia ter trazido nela segredos dos bosques perdidos de onde viera. Segredos diferentes dos daquela mulher, que ela guardava nas inúmeras gavetinhas daquela escrivaninha do canto… Ou talvez não tão diferentes assim. Entrei na biblioteca e olhei os livros, hóspedes de honra daquela casa, ou mesmo os seus reais donos… tapavam paredes inteiras, prolongavam-se pelas mesas e espalhavam-se pelo sofá, naquela espécie de caos que era uma extensão dela. Ela adormecera ao lado de um livro aberto, a sua letra fluida rabiscada no caderno preto com que sempre andava. Tin...

Coisas de que gosto

Existem coisas de que gosto como se fossem pedaços de mim. Como gosto das minhas mãos ou dos meus olhos. Porque me definem, fazem de mim quem sou, porque são ligação para o exterior e para o outro. Estão em mim, ou eu nelas - não sei onde a fronteira começa ou sequer se ela existe. Os livros são bom exemplo desses pedaços, talvez o melhor de todos. Magia, à falta de palavra melhor, inclusa numa forma assim "por comodidade de transporte e arrumação" (palavra de Nuno Bragança). Magia portátil, as palavras de um outro a mostrarem-te quem tu és, e como o outro és tu também. Quanto do que tu és, livro, sou eu também? Quanto da minha individualidade faz parte do universal? Magia, repito. Abrir as páginas de um livro é um gesto irresistivelmente perigoso.