Agora juntas ao teu peso tudo o que é leve, agora desmascaras o sempre nomeado mas sem nome, agora mandas os martelos- -mecânicos, os fura-sílabas, para debaixo do esporão daquele que te leva a saltar para o outro lado da ardilosa madeira da sebe, agora escreves. Paul Celan , in A Morte é uma Flor