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Das leituras #3

Sunflower Sutra

Ah, Sunflower, weary of time,
Who countest the steps of the sun,
Seeking after that sweet golden clime
Where the traveller's journey is done;

Where the youth pined away with desire,
And the pale virgin shrouded in snow,
Arise from their graves and aspire
Where my Sunflower whishes to go!

William Blake, in Songs of Innocence and Experience


A páginas cem, a visão.
Há pedaços de livros que por mais que sejam lidos por milhares de outros, serão sempre nossos.

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André Kertész , 1969 (fonte aqui)

Eu não durmo

(fonte aqui) Eu não durmo, respiro apenas como a raiz sombria  dos astros: raia a laceração sangrenta,   estancada entre o sexo   e a garganta. Eu nunca   durmo,   com a ferida do meu próprio sono.   Às vezes movo as mãos para suster a luz que salta   da boca. Ou a veia negra que irrompe dessa estrela   selvagem implantada   no meio da carne, como no fundo da noite   o buraco forte   do sangue. A veia que me corta de ponta a ponta,   que arrasta todo o escuro do mundo   para a cabeça. Às vezes mexo os dedos como se as unhas   se alumiassem. (...) Nunca sei onde é a noite: uma sala como uma pálpebra negra separa a barragem da luz que suporta a terra. (...) Herberto Helder , Walpurgisnacht