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Dos amigos

Nunca o conheci.
O mais perto que estive disso, foi partilhar um mesmo lugar que ele, e ouvi-lo, por sorte e por momentos, contar daquelas histórias maravilhosas que se passavam com escritores, e que eu seria capaz de ouvir durante horas.
Não precisaria de mais nada para me cativar senão aquele momento, mas acontece que o que ele já fizera pela cultura e pelos leitores deste país era já demasiado grande para não gostar dele por isso.
Este é o tipo de pessoas que nos tornam sortudos de os termos tido perto; o tipo de pessoas a quem agradeço por me ter tornado mais rica.
Este é o meu tipo de pessoas, e eu sinto-lhe a falta quase como a um amigo. Porque na verdade, o é.

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